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E Crismados agora somos

01/12/2010

Emoção singular. Mais de uma centena de ungidos, mais do que nunca, cristãos fortalecidos pelo Divino Espírito Santo. Tendo passado um ano aproximados de Deus, peçamos ao Nosso Pai Bondoso e nossa Mãe Maria, que nossa fé continue sendo aumentada e que tenhamos sempre atitudes dignas e condizentes aos que são filhos dedicados e obedientes. Nossa Igreja precisa de nós. Nosso Mundo precisa de nossas atitudes Cristãs. E nós precisamos buscar mais e mais o Nosso Deus.

Foi muito boa esta caminhada em 2010. Obrigado Fábio, Magali, Carol, Rosângela e a todos da Pastoral da Crisma da Paróquia Nossa Senhora da Luz.

Mantenhamos o contato. Cadastros do email e fones podem ser feitos acessando ESTE link.

Encerremos este blog com a palavra de nosso irmão crismado Joilson, que descreveu tão bem este momento tão marcante em nossas vidas e a nossa missão daqui prá frente.

 

 

Este dia está registrado nos Céus. Está registrado no Livro da Vida. Este é o dia do nosso novo Sim.

Nove meses de preparação. Nove meses de questionamentos, tanto internos quanto externos. Nove meses de dúvidas e obstáculos. Mas, acima de tudo, meses de aprendizado; formal e informal. Assim como o metal nas mãos do ferreiro entra na forja, vai para a bigorna e para a água e depois para as brasas novamente diversas vezes, tivemos a oportunidade de ser provados em nossa persistência, em nossas convicções, em nossa capacidade de ir até o fim.

Mais do que a beleza da cerimônia, deve ser marcante a conseqüência dela em nossas vidas. Deus esperou durante muito tempo o nosso sim. Agora, honremos a palavra dada. Assim como Maria Santíssima, digamos sim ao Espírito Santo de Deus. Que fique bem claro que não vamos entrar na plenitude da Graça, com refrigério e deleite. Não. Os combates poderão e irão surgir; em diversos momentos, tornar-se-ão mais acirrados, a fim de nos fazer olhar para trás depois de ter lançado mão do arado. Nunca deixemos, pois, de suplicar a sustentação do alto. Nunca deixemos também de orar uns pelos outros. Considero que os consagrados aqui presentes, tornaram mais estreitos os laços eclesiais que os unem. Tendo sido consagrados na mesma cerimônia, nos tornamos irmãos de Crisma. Atendamos ao conselho de São Tiago: “orai uns pelos outros, para serdes curados”.

Muitos aqui, são filhos pródigos. Tendo ido para o mundo, decidiram retomar o caminho de casa, e o Pai os acolheu. Agora, alimentados e revigorados pela Graça; fortalecidos pela unção do Espírito Santo, o Pai dirige um pedido a cada um dos crismados: “filho, sai de casa mais uma vez; volta para o mundo, mas desta vez com uma missão; vai buscar teus irmãos que se encontram dispersos e que se esqueceram de Mim; trazei-os de volta ao Meu regaço; para isso foi que Eu te ungi; Eu estou contigo, e a Minha Graça te basta”.

 

Joilson Santos Amâncio – Crismado em 26/11/2010

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Datas Importantes da Crisma PNSLuz 2010

13/09/2010

25/09 – Sábado
– Encontro da turma de sábado será no Colégio Nossa Senhora da Luz.
– A taxa da Crisma deve estar paga até o fim de setembro. Assim, procure efetuar o pagamento nesta data.
07/11 – Domingo
– Aprofundamento a partir das 8:00 da manhã no Centro Comunitário da Pituba. É necessário o pagamento de taxa de R$ 12,00 para as despesas de alimentação.
– No encerramento estaremos todos juntos na missa, às 17:30h.
13/11 – Sábado
– Encontro com os padrinhos da turma de sábado.
26/11 – Sexta
– Dia da Crisma para todos os crismandos da Paróquia Nossa Senhora da Luz.

Encontros de 11/09 a 17/09

12/09/2010

Com uma bonita apresentação de jovens, debatemos sobre o namoro Cristão.

Tratamos com a devida importância este tema, que sempre é discutido da melhor maneira quando alicerçado no amor de Deus para conosco.

Que entendamos e respeitemos o ser humano com a mesma valorização e importância com a qual Nosso Pai Misericordioso nos criou.

Uma ótima semana a todos, iluminada e abençoada pelo amor de Deus.

A importância do seu voto nas Eleições

08/09/2010

Texto de Frei Betto que é escritor, frade dominicano e autor de mais de 50 livros.
Website:http://www.freibetto.org
Twitter: @freibetto

Época de eleição é época de desvarios. A razão costuma entrar em férias e a sensibilidade fica à flor da pele. Em família e no trabalho, no clube e na igreja, todos manifestam opiniões sobre articulações políticas e candidatos.

O tom varia do palavrão a desqualificar toda a árvore genealógica do candidato à veneração acrítica de quem o julga perfeito. A língua se espicha em sete léguas para difamar ou louvar políticos. Marido briga com a mulher, pai com o filho, amigo com amigo, cada um convencido de que possui a melhor análise sobre os candidatos. E todos parecem ignorar que vivemos numa relativa democracia em que reina a diversidade de forças políticas, embora impere a ideologia das elites dominantes.

Há um terceiro grupo que insiste em se manter indiferente ao período eleitoral, embora não o consiga em relação aos candidatos, todos eles considerados corruptos, mentirosos, aproveitadores e/ou demagogos.

Haja coração!

O problema é que não há saída: estamos todos sujeitos ao Estado. E este é governado pelo partido vitorioso nas eleições. Portanto, ficar indiferente é uma forma de passar cheque em branco, assinado e de valor ilimitado, a quem governa. E tanto o governo quanto o Estado, com o perdão da redundância, são absolutamente indiferentes à nossa indiferença e aos nossos protestos individuais.

É compreensível uma pessoa não gostar de ópera, jiló, viagem de avião ou da cor marrom. E mesmo de política. Impossível é ignorar que todos os aspectos de nossa existência, do primeiro respiro ao último suspiro, têm a ver com política.

Já a classe social em que cada um de nós nasceu decorre da política vigente no país. Houvesse menos injustiça e mais partilha dos bens da terra e dos frutos do trabalho humano, ninguém nasceria entre a miséria e a pobreza. Como nenhum de nós escolheu a família e a classe social em que veio a este mundo, somos todos filhos da loteria biológica. Nossa condição social de origem resulta de mero acaso. E não deveria ser considerado privilégio por quem nasceu nas classes média e rica, e sim dívida social para com aqueles que não tiveram a mesma sorte.

Somos ministeriados do nascimento à morte. Ao nascer, o registro vai parar no Ministério da Justiça. Vacinados, vamos ao Ministério da Saúde; ao ingressar na escola, ao da Educação; ao arranjar emprego, ao do Trabalho; ao tirar carteira de motorista, ao das Cidades; ao aposentar-se, ao da Previdência Social; ao morrer, retornamos ao Ministério da Justiça. E nossas condições de vida, como renda e alimentação, dependem dos ministérios da Fazenda e do Planejamento, e do modo como o Banco Central administra a moeda nacional e o sistema financeiro.

Em tudo há política. Para o bem ou para o mal. Posso não saber o que a política tem a ver com a conta do supermercado ou o valor da matrícula escolar. Muitos ignoram que a política se faz presente até no calendário. Não que determine as estações do ano, embora tenha tudo a ver com os efeitos, como inundações, secas e desabamentos. Já reparou que dezembro, o último mês do ano, deriva de dez? Novembro de nove, outubro de oito, setembro de sete?

Outrora o ano era de dez meses. O imperador Júlio César decidiu acrescentar um mês em sua homenagem. Assim nasceu julho. Seu sucessor, Augusto, não quis ficar atrás. Criou agosto. Como os meses se sucedem na alternância 31/30, Augusto não admitiu que seu mês tivesse menos dias que o do antecessor. Obrigou os astrônomos da corte a equipararem agosto e julho em 31 dias. Eles não se fizeram de rogados: arrancaram um dia de fevereiro e resolveram a questão.

O Brasil será, a partir de 1º de janeiro de 2011, o resultado das eleições de outubro. Para melhor ou para pior. E os que irão governá-lo serão escolhidos pelo voto de cada um de nós. E graças aos impostos que pagamos eles irão administrar – bem ou mal – os bilhões arrecadados pelo fisco, incluídos os salários dos políticos e o custo de seus gabinetes e respectivas mordomias.

Faça como o Estado: deixe de lado a emoção e pense com a razão. As instituições públicas não têm vida própria. São movidas por políticos e pessoas indicadas por eles. Todos esses funcionários públicos, a começar do presidente da República, são nossos empregados. A nós devem prestar contas. Temos o direito de cobrar, exigir, pressionar, reivindicar, e eles o dever de comprovar como respondem às nossas expectativas.

Convença-se disto: a autoridade é a sociedade civil. Exerça-a. Não dê seu voto a corruptos nem se deixe enganar pela propaganda eleitoral. Vote no seu futuro. Vote na justiça social, no direito dos pobres à dignidade, na soberania nacional.

Criança precoce também na Fé

07/09/2010

O mundo tem ensinado muito cedo questões mundanas às nossas crianças. Tem se tratado a violência, o sexo, o dinheiro e outros assuntos complexos desde muito cedo. O Vaticano também tem discutido esta questão. Se para tudo a criança tem tido acesso mais precocemente, porque não antecipar também o encontro com Deus? Não é algo definitivo mas certamente é interessante de ser repensado. Veja o texto a seguir

fonte: http://www.zenit.org/article-25805?l=portuguese

Cardeal Cañizares: Jesus e as crianças

Há cem anos, Pio X antecipava a idade para a primeira comunhão

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 23 de agosto de 2010 (ZENIT.org) – No contexto do centenário do decreto Quam singulari Christus amore (8 de agosto de 1910), de São Pio X – Papa que foi beatificado em 1951 e canonizado em 1954 –, publicamos a reflexão do prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, cardeal Antonio Cañizares, apresentada em L’Osservatore Romano. Bento XVI discutiu esse tema na audiência geral de quarta-feira passada.

* * *
Completam-se agora cem anos da promulgação do decreto Quam singulari, do Papa São Pio X, pelo qual, seguindo fielmente os ensinamentos do Concílio IV de Latrão e os de Trento, estabeleceu a primeira comunhão e primeira confissão das crianças à idade do uso de razão, quer dizer, em torno dos sete anos.

Esta disposição do santo Papa supunha um caminho muito importante na prática pastoral e na concepção habitual de então, que por razões diversas, tinha atrasado a idades posteriores este acontecimento tão transcendente para o homem.

Com este decreto, São Pio X, o grande Papa da piedade e da participação eucarística, com o desejo de renovação eclesial que inspirou seu pontificado, ensinou a toda Igreja o sentido, lugar, valor e centralidade da sagrada comunhão para a vida de todos os batizados, incluídas as crianças.

Com este gesto, ao mesmo tempo, destacava e recordava a todos o amor e a predileção de Jesus pelas crianças, que, além de fazer-se criança, manifestou seu amor por elas com gestos e palavras, até o ponto de dizer: “se não forem como as crianças, não entrarão no reino dos céus”; “deixai que as crianças venham a mim, não as impeçam, porque delas é o reino dos céus”. Elas são sempre amigas muito especiais do Senhor.

Com a mesma predileção, com o mesmo olhar amoroso e com a mesma atenção e solicitude singular, a Igreja olha, atende, cuida e se preocupa com as crianças. Por isso, ela, como mãe amorosa, quer para seus filhos pequenos, os primeiro no reino de Deus, que, com as devidas disposições, participem logo do melhor e mais importante que Jesus nos deixou em sua memória: seu Corpo e seu Sangue, o Pão da vida. Pela sagrada comunhão, Jesus em pessoa, Filho de Deus, entra dentro da vida de quem o recebe e coloca sua morada nele. Não há maior amor, nem maior presente. Isso é um dom de amor que vale mais que todo o restante que se possa dar à vida de cada homem. Estar com o Senhor; que o Senhor esteja em nós, dentro de nós; que nos alimente e sacie; que nos tome pelas mãos e nos guie; que nos vivifique e permaneçamos fielmente em comunhão e amizade com ele: é sem dúvida o mais importante, o mais gratificante, o mais gozoso que pode acontecer a alguém.

Como atrasar, pois, às crianças, este encontro com Jesus, elas que são seus melhores amigos, as especialmente queridas por Deus, o Pai, objeto de especial cuidado da Igreja, mãe santa?

A primeira comunhão das crianças é como o início de um caminho junto a Jesus, em comunhão com ele: o início de uma amizade destinada a durar e se fortalecer toda a vida com ele; começo de um caminho, porque com Jesus, unidos sem nos separar, procedemos bem e a vida se faz boa e virtuosa; com ele dentro de nós podemos ser sem dúvida pessoas melhores. Sua presença entre nós e conosco é luz, vida e pão no caminho. O encontro com Jesus é a força de que necessitamos para viver com alegria e esperança. Não podemos, atrasando a primeira comunhão, privar as crianças – a alma e o espírito das crianças – desta graça, obra e presença de Jesus, deste encontro de amizade com ele, desta participação singular do próprio Jesus e deste alimento do céu para poder amadurecer e chegar assim à plenitude.

Todos, especialmente as crianças, têm necessidade do Pão descido do céu, porque também a alma deve se nutrir e não bastam nossas conquistas, a ciência, as coisas técnicas, por muito importantes que sejam. Necessitamos de Cristo para crescer e amadurecer em nossas vidas. Isso é ainda mais importante neste tempo que vivemos e o é de modo especial para as crianças, frequentemente objeto, infelizmente, de manipulação e de destruição de sua grandeza, pureza, simplicidade, “santidade”, capacidade de Deus e de amor que as constitui. As crianças vivem imersas em mil dificuldades, envolvidas em um ambiente difícil que não lhes favorece ser o que Deus quer delas; muitas são vítimas da crise da família. Nesse clima ainda lhes é mais necessário o encontro, a amizade, a união com Jesus, sua presença e sua força. São, por sua alma limpa e aberta, as mais bem dispostas, sem dúvida, para isso.

O centenário do decreto Quam singulari é uma ocasião providencial para recordar e insistir no ato de receber a primeira comunhão quando as crianças tiverem a idade do uso de razão, que hoje, inclusive, parece se antecipar. Não é recomendável, por isso, a prática que se está introduzindo cada dia mais de atrasar a idade da primeira comunhão. Ao contrário, é ainda mais necessário o ato de adiantá-la. Perante tantas coisas que estão acontecendo com as crianças, e o ambiente tão adverso em que crescem, não as privemos do dom de Deus: este pode ser, é a garantia de seu desenvolvimento como filhos de Deus, engendrado pelos sacramentos da iniciação cristã no seio da santa mãe Igreja. A graça do dom de Deus é mais poderosa que nossas obras e que nossos planos e programas. Quando São Pio X adiantou a idade da primeira comunhão, também insistiu na necessidade de uma boa formação, de uma boa catequese. Hoje devemos acompanhar este ato de adiantar a idade com uma nova e vigorosa pastoral de iniciação cristã. As linhas marcadas pelo Catecismo da Igreja Católica e o Diretório geral para a catequese são guias imprescindíveis nesta nova pastoral ou renovada da iniciação cristã tão fundamental para o futuro da Igreja, a mãe que, com o auxílio da graça do espírito, engendra e amadurece seus filhos pelos sacramentos da iniciação, pela catequese, e por toda ação pastoral que acompanha. Assim, pois, não fechemos hoje nossos ouvidos às palavras de Jesus: “deixai que as crianças venham a mim, não as impeçam”. Ele quer estar nelas e com elas, porque “das crianças e dos que são como elas é o reino de Deus”.

Encontros de 20/08 a 10/09

07/09/2010

Conhecemos mais o Sacramento da Crisma. Depois de refletirmos sobre o Batismo e a Eucaristia, tivemos um encontro cheio de Luz que nos trouxe mais discernimento para nossa confirmação, nosso compromisso missionário com a Igreja Católica e nossa fé Cristã.

29 de Agosto, Dia do Catequista

07/09/2010

Texto em homenagem a todos os catequistas da Paróquia Nossa Senhora da Luz, das Crianças e dos Crismandos.

A Igreja Católica celebra no dia 29 de agosto deste ano o dia nacional do catequista. Na ação pastoral da vida eclesial é tão importante a missão do catequista, verdadeiros evangelizadores, que Jesus, antes de começar sua pregação, escolheu seus doze discípulos, que deveriam se espalhar pelo mundo inteiro, anunciando a boa nova, isto é, evangelizando as pessoas.

O número 12, na Sagrada Escritura, tem um sentido de totalidade, plenitude e, realmente, esses doze discípulos se multiplicaram em progressão geométrica e, entre eles, nós temos os catequistas, homens e mulheres dispostos a levar às crianças, aos adolescentes, aos jovens e aos adultos a mensagem de Cristo, promovendo a catequese renovada, à luz do Concílio Vaticano II.

Os catequistas e as catequistas lembram o próprio Senhor Jesus, pois, além de apresentarem o projeto do Pai a outras pessoas, pretendem formar novos discípulos missionários.

Nosso Senhor Jesus Cristo nos ajuda em seus métodos de evangelização, catequese e apostolado: Ele começa pela vida, em seus aspectos comuns, de forma a levar o povo à revelação do seu Evangelho.
Quando Ele disse a seus discípulos: “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura”, estava iniciando com eles um trabalho de catequese, que foi multiplicado até os dias de hoje.

O mundo está tão conturbado com guerras, violência, ganância, egoísmo que pouca gente quer escutar a Palavra de Deus. É por isto que é muito louvável o trabalho do catequista nos nossos dias porque ele precisa abrir os olhos e os ouvidos das pessoas para a realidade sempre atual, em todos os tempos, da Palavra de Deus.

Que Deus, com largueza e profusão, abençoe nossos catequistas, homens e mulheres que, espontaneamente, se dedicam a transmitir ensinamentos cristãos. Que eles continuem no seu propósito de evangelizar e que consigam formar novos operários para a messe do Senhor, na escola da nova evangelização de discípulos-missionários.

Texto de: DOM EURICO DOS SANTOS VELOSO, ARCEBISPO EMÉRITO DE JUIZ DE FORA, MG.
Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/eurico/245.htm